O elo que me põe na terra desaparece
E entre céus além de mim...a vida enternece
E o eterno deita-se em sonho no meu caminho.
Quando olho em tua face aberta em rosmaninho
E teus olhinhos ternos como se dissesse:
-Vens amor que meu corpo te clama e apetece
E nunca em meu ser tú se sentirá sozinho.
Acho que morro... não sinto meus pés...Minha alma...
Queima e arde e tudo que se era quimera e tralma...
Em Chuva e canção de sonhos vem...me irradia...
Vem amor...bem depressa...me toma...me abraça
Diga-me tudo que sentes com tua graça
Num longo beijo mostre a luz que te alumia...
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