
Realmente é incrível a semelhança. Interessante que no seu poema o Eu Lírico parace não querer morrer, está muito preso a uma vida que sugere ser prazerosa, mas que precisava cumprir algo imutável (morte) e tem coragem para encará-la. Já no meu, ele arquiteta tudo com grande prazer, é como uma despedida. Gostei muito das referências e situações, vc conseguiu ser bastante abrangente ao mesmo tempo que manteve o tom coloquial e irônico dentro de um assunto tão denso. Um poema com peso, consistência e bem estruturado, parabéns. Achei interessante o Eu Lírico falar que na hora H não poderá amar, li esta semana um depoimento da Clarice Lispector que o que ela sabia fazer de melhor era amar. Pois escrever um dia ela poderia cumprir sua cota para o mundo, mas amar ela conseguiria até o momento de sua morte. Apenas uma citação...
Bjks e sucesso (mesmo!)







