Em busca de um consolo para minha alma sofrida.
Mas retrocedo e te procuro em meus pensamentos.
Trago-te viva em minha memória.
Sou amante, sou covarde.
Lhe anseio imensamente, mulher formosa.
E por lhe desejar vou me ferindo e seguindo para um caminho penoso de saudade.
Quem me dera ser valente para desbravar meu coração que por ti tanto bate.
Quem me dera fazer deste pranto um riso
Deste luto um regozijo
Deste triste fim um recomeço.
Quem me dera dominar os sentimentos
Que afligem o meu peito
Quem me dera tê-la por inteiro e saciar-me com teus beijo.
Crie um banner deste artigo em outros sites
Para criar um banner deste artigo em outro site,
copie e cole o texto abaixo em sua página.
Visualizar :








