A diversidade do amor nos faz estabelecer diferenças entre o sim e o não, o certo e o errado, o bonito e o feio, o triste e o alegre... E nos faz deslizar na imaginação de que temos o controle da situação e podemos mudar o destino.
Viver intensamente é um desejo inevitável, nos toma completamente a razão. Mas a realidade se encarrega de devolver-nos ao senso de que se deve viver em equilíbrio, para que não venhamos a cair numa eterna ilusão.
As descobertas frequentes nos remetem um certo prazer, trazem um certo ânimo. Mas a primeira impressão é sempre a que fica. E se já possuimos uma opinião, dificilmente vamos achar que o novo pode suplantar o antigo.
Se pudermos melhorar que seja com empenho, se lutarmos que seja com vigor. E se nada ganharmos com isso que seja um fato , o de que sempre vale tentar.
Viver intensamente é um desejo inevitável, nos toma completamente a razão. Mas a realidade se encarrega de devolver-nos ao senso de que se deve viver em equilíbrio, para que não venhamos a cair numa eterna ilusão.
As descobertas frequentes nos remetem um certo prazer, trazem um certo ânimo. Mas a primeira impressão é sempre a que fica. E se já possuimos uma opinião, dificilmente vamos achar que o novo pode suplantar o antigo.
Se pudermos melhorar que seja com empenho, se lutarmos que seja com vigor. E se nada ganharmos com isso que seja um fato , o de que sempre vale tentar.
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