| Ao preceder do inverno (Debaixo da ponte) |
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| Literatura - Poesias |
Escrito por: paulopazz![]() |
Sex, 28 de Novembro de 2008 03:39 |
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Quanto mais eu soube de escarpas, Menos passei a temê-las e mais me tornei Ocioso alpinista indiferente a elas. Desvivi obsoleto, ancorado em sua pedra, Catingando meu suor insípido De coisa lavada sem precisão. Minha boca exalava sopros de inverno Contra a completa paisagem de primavera dos jardins. _E o tempo é total ignorância da dor! Gansos se lançam de costas parra o norte E eu varejo emoções dormidas Quando o mundo principia A fazer silêncio para grilos e sapos. Anulei, aniquilei ilusões que motivariam E trucidei uma formiga que fazia serão, Sem me perder em abstrações Sobre o porquê de este inseto ser Tão cheio de vida, se não tinha noção de sê-lo. Pensar me doía mais que incomodava E eu pressenti isso sem pensar. Tombei o queixo sobre o peito E as pernas estendidas ao desdeixo Permitiram-se serem cordilheiras Para aventureiros insetos noturnos. Daí a pouco, o sol abriria Seu bornal de lava amarela. Crie um banner deste artigo em outros sites Para criar um banner deste artigo em outro site, copie e cole o texto abaixo em sua página. Visualizar : |
| Última atualização em Sex, 28 de Novembro de 2008 09:40 |


