O mar avista-me não de longe
E me responde à medida que deságua. . .
Nada, nada se esconde
Mesmo nas profundezas vem à margem,
Vem à tona absolutamente tudo,
A mágoa e o chorar do mar não é mudo,
O que me diz à aragem?
Os ares parecem suaves neste inverno,
Outrora se transformam em nebulosos,
Quero imaginar suaves quando o terno
Das sensações afoga-se de modo silencioso,
Quero ouvir-te mar, e ser-te, e ouvir-te,
Compreender os segredos a sua volta
E tentar decifrar-te, estou agora a ir te. . .
Encontrar, diga-me mais profundas respostas.
Crie um banner deste artigo em outros sites
Para criar um banner deste artigo em outro site,
copie e cole o texto abaixo em sua página.
Visualizar :


